A ENXAQUECA REORGANIZA A ROTINA
A enxaqueca não muda apenas os dias em que a dor aparece. Ela pode mudar a forma como uma mulher vive.
Durante o climatério, muitas mulheres percebem que as crises se tornam mais frequentes, mais intensas ou mais difíceis de controlar. Ao mesmo tempo, alterações hormonais, metabólicas, mudanças no sono e na composição corporal passam a fazer parte dessa fase da vida.
Na Clínica Gallucci, entendemos que esses processos não caminham separados.
Controlar adequadamente a migrânea não significa apenas reduzir dias de dor. Significa criar condições para que a mulher consiga retomar sua rotina com mais previsibilidade, movimentar-se com mais liberdade, dormir melhor e aderir de forma mais consistente ao cuidado da sua saúde hormonal e metabólica.
É com essa filosofia que ampliamos nossa linha de cuidado.
A toxina botulínica terapêutica passa a integrar a assistência oferecida pela Dra. Gabriella Gallucci, para pacientes com indicação clínica, sempre após avaliação médica individualizada e fundamentada nas melhores evidências científicas disponíveis.
Mais do que incorporar uma nova terapêutica, reafirmamos nosso compromisso com uma medicina baseada em ciência, conduzida com ética e centrada na mulher como um todo.
Porque hormônios, metabolismo, sistema nervoso e qualidade de vida não caminham separados. E o cuidado também não deveria caminhar.
Convido você a percorrer este carrossel e compreender por que integrar o manejo da enxaqueca ao cuidado hormonal e metabólico representa um novo olhar sobre a saúde da mulher.
Dra. Gabriella Gallucci
Saúde Hormonal e Metabólica
CRM-SP 253.284
#Enxaqueca #Climatério #Menopausa #SaúdeDaMulher #ToxinaBotulínicaTerapêutica
O impacto silencioso da enxaqueca sobre a autonomia, o exercício físico e a saúde da mulher.
Você veste a roupa da academia.
Enche a garrafa de água.
Confere o horário.
Olha para os tênis já separados na porta.
Hoje vai dar.
Então você percebe que a luz incomoda mais do que o habitual.
O pescoço começa a endurecer.
Os sons parecem altos demais.
Você para por alguns segundos e faz um cálculo que já se tornou familiar.
"Se eu for mesmo assim, será que vou piorar?"
Alguns minutos depois, você troca de roupa.
Guarda a mochila.
Cancela o treino.
Mais uma vez.
Quem olha de fora enxerga apenas um compromisso desmarcado.
Quem convive com enxaqueca sabe que nunca foi apenas isso.
A enxaqueca raramente interrompe apenas algumas horas do dia.
Ela interrompe a previsibilidade.
Aos poucos, muitas mulheres deixam de planejar viagens com tranquilidade.
Pensam duas vezes antes de aceitar um convite.
Passam a evitar atividades físicas nos dias em que "talvez a crise venha".
Começam a viver tentando antecipar uma dor que nunca sabem exatamente quando aparecerá.
É por isso que tantas mulheres descrevem a sensação de que a doença passou a decidir parte da sua rotina.
Não porque faltou disciplina.
Não porque faltou força de vontade.
Mas porque viver com uma doença imprevisível exige escolhas que quem nunca enfrentou a enxaqueca dificilmente consegue compreender.
O impacto vai muito além do treino
Quando uma mulher deixa de se movimentar repetidamente por causa da enxaqueca, ela não perde apenas treinos.
Ela perde constância.
E, em saúde, constância importa.
O exercício físico é um dos pilares da saúde feminina ao longo da vida.
Hoje sabemos que o músculo também atua como um órgão endócrino. Durante a atividade física, ele libera mioquinas, substâncias envolvidas na regulação do metabolismo, da sensibilidade à insulina, da saúde óssea, da composição corporal e de diversos processos relacionados ao envelhecimento saudável.
Por isso, quando a enxaqueca impede repetidamente uma mulher de se movimentar, o impacto pode ultrapassar a esfera da dor e repercutir na saúde metabólica, na autoestima, na autonomia e na qualidade de vida.
A mulher não deixa apenas de treinar.
Ela deixa de confiar no próprio corpo.
Essa talvez seja uma das consequências mais silenciosas da enxaqueca.
Planejar deixa de ser simples.
A rotina deixa de ser previsível.
A autonomia diminui.
E, muitas vezes, surge um sentimento difícil de explicar: a culpa.
Culpa por cancelar.
Por faltar.
Por remarcar.
Por acreditar que deveria conseguir "aguentar".
Mas enxaqueca não é falta de resistência.
É uma doença neurológica que pode ser altamente incapacitante e merece avaliação e tratamento adequados.
Existe tratamento para mulheres com indicação
Nem toda dor de cabeça é enxaqueca.
E nem toda enxaqueca tem indicação para toxina botulínica terapêutica.
Entretanto, para mulheres com enxaqueca crônica, a toxina botulínica terapêutica, aplicada conforme o protocolo PREEMPT, possui respaldo científico e pode reduzir a frequência das crises, a intensidade da dor e os dias de incapacidade.
Mais do que diminuir crises, o objetivo do tratamento é permitir que a mulher volte a fazer escolhas que hoje a doença muitas vezes impede.
Voltar a planejar.
Voltar a treinar.
Voltar a viajar.
Voltar a trabalhar.
Voltar a viver sua rotina com mais previsibilidade.
Antes de tratar, compreender
Na Clínica Gallucci, acreditamos que nenhuma indicação responsável começa pelo procedimento.
Ela começa pela compreensão cuidadosa da história de cada mulher.
Da frequência das crises.
Do impacto que a enxaqueca exerce sobre sua rotina.
E de como essa doença interfere na sua saúde, na sua autonomia e na forma como ela consegue cuidar de si.
Quando há indicação clínica, a toxina botulínica terapêutica é aplicada seguindo o protocolo PREEMPT, sempre fundamentada em medicina baseada em evidências, critério técnico e decisão compartilhada.
Porque reduzir a dor é importante.
Mas devolver previsibilidade à vida de uma mulher pode significar permitir que ela volte a ser protagonista da própria rotina.
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Dra. Gabriella Gallucci
Saúde Hormonal e Metabólica da Mulher
Clínica Gallucci – Avenida Paulista | São Paulo